Em um cenário global cada vez mais atento a novas narrativas, Raphael Fonseca se firma como um dos nomes centrais da curadoria contemporânea. Presença recorrente na Power 100 da ArtReview, o curador brasileiro constrói uma trajetória que atravessa geografias, instituições e temporalidades, conectando o Sul Global a circuitos internacionais de arte. Entre bienais, museus e projetos autorais, seu olhar se destaca pela capacidade de articular diferentes contextos sem perder de vista uma questão essencial: revisitar histórias e tensionar discursos estabelecidos.
Sua prática aposta na convivência entre diferenças, obras, linguagens e perspectivas que, juntas, ampliam o campo de leitura do público. Para Fonseca, a curadoria é menos sobre impor narrativas e mais sobre criar encontros: entre tempos, territórios e sensibilidades. Seja ao lidar com grandes instituições ou com o formato expansivo das bienais, ele entende a exposição como um espaço vivo, onde a arte não apenas reflete o mundo, mas também o reimagina.
Leia a matéria na íntegra na edição Número Homem 5.